O Movimento de Redução dos Impactos – MRI encerrou na última quarta-feira (24/09) em Campo Belo do Sul a primeira rodada de seminários “Projetos de Redução dos Impactos na Agricultura”. Mantendo a política de levar às comunidades da zona rural informações sobre o universo da produção sem agrotóxicos, o evento de Campo Belo foi realizado na comunidade dos Machados, onde foi criada a primeira Unidade Produtiva do projeto no município.
A exemplo dos outros dias, a inspeção da certificadora foi seguida de um encontro com os moradores da região para apresentar o projeto e começar a cadastrar outros agricultores que se interessem pela produção orgânica. Integrantes da Associação de Mulheres Agriculturas “Unidas para Vencer” prestigiaram em massa o encontro, levando seus artesanatos para uma pequena exposição no salão da comunidade.
Autoridades do município também prestigiaram o seminário. O técnico agrícola Eduardo de Oliveira, esteve no local, representando o prefeito municipal e parceiro do MRI, Firmino Aderbal Chaves Branco. “Gostaria de parabenizar a iniciativa do MRI em criar este projeto de produção orgânica e dizer que a prefeitura reconhece que esta é uma alternativa importante de geração de renda para os agricultores familiares”.
A facilitadora da Microbacia no município, Gabriela Zanetti, ressaltou a importância de se desenvolver projetos que dêem mais dignidade a quem vive no campo. “Todas as iniciativas que visem melhorar a qualidade de vida do agricultor devem ser incentivadas e reforçadas, e essa é uma delas”.
A área certificada é uma propriedade particular, do casal Marilei Correa Machado e Osnir Ribeiro da Silva. A família tem uma forte atuação na comunidade e já desenvolvia na propriedade um projeto de horta comunitária. Inicialmente, apenas 2 dos 37 hectares da propriedade estão aptos a produzir com certificado de orgânico. “Vamos começar pequenos e ir crescendo devagar”, explica Marilei.
Para o casal Marilei Correa Machado e Osnir Ribeiro da Silva, a certificação da área marca um novo momento na vida da família e da comunidade. “Se o pessoal da comunidade quiser usar a área certificada para o plantio, poderá trabalhar em parte dela também. Acho que vai ser muito positivo”, disse a agricultora, que também é agente comunitária de saúde na região.
A criação da Unidade Produtiva na comunidade dos Machados vem como uma proposta de atuação para os moradores da região quando do enchimento do lago da UHE Garibaldi, que vai impactar a comunidade, podendo reduzir a área de plantio de algumas propriedades. “Nós, do MRI, entendemos que a produção orgânica, além de agregar valor ao trabalho do produtor pode ser uma alternativa interessante para que ele permaneça em sua propriedade mesmo que ela tenha seu tamanho reduzido em função do enchimento do reservatório”, disse Geni Augusto Andrioli, coordenador de base do MRI.
A facilitadora da Microbacia no município, Gabriela Zanetti, ressaltou a importância de se desenvolver projetos que dêem mais dignidade a quem vive no campo. “Todas as iniciativas que visem melhorar a qualidade de vida do agricultor devem ser incentivadas e reforçadas, e essa é uma delas”.
A área certificada é uma propriedade particular, do casal Marilei Correa Machado e Osnir Ribeiro da Silva. A família tem uma forte atuação na comunidade e já desenvolvia na propriedade um projeto de horta comunitária. Inicialmente, apenas 2 dos 37 hectares da propriedade estão aptos a produzir com certificado de orgânico. “Vamos começar pequenos e ir crescendo devagar”, explica Marilei.
Para o casal Marilei Correa Machado e Osnir Ribeiro da Silva, a certificação da área marca um novo momento na vida da família e da comunidade. “Se o pessoal da comunidade quiser usar a área certificada para o plantio, poderá trabalhar em parte dela também. Acho que vai ser muito positivo”, disse a agricultora, que também é agente comunitária de saúde na região.
A criação da Unidade Produtiva na comunidade dos Machados vem como uma proposta de atuação para os moradores da região quando do enchimento do lago da UHE Garibaldi, que vai impactar a comunidade, podendo reduzir a área de plantio de algumas propriedades. “Nós, do MRI, entendemos que a produção orgânica, além de agregar valor ao trabalho do produtor pode ser uma alternativa interessante para que ele permaneça em sua propriedade mesmo que ela tenha seu tamanho reduzido em função do enchimento do reservatório”, disse Geni Augusto Andrioli, coordenador de base do MRI.
Veja a seguir algumas imagens do Seminário do MRI:
Gabriela Zanetti, facilitadora da Microbacia
Eduardo de Oliveira, técnico da secretaria municipal de agricultura.
Iran Fogaça, coordenador de produção do MRI.
Geni Augusto Andrioli, coordenador de base e produtor de orgânicos
Sidnei Luís, articulador político do MRI.
O Movimento de Redução dos Impactos agradece à Eletrosul Centrais Elétricas S/A, Prefeituras Municipais de São José do Cerrito, Brunópolis e Campo Belo do Sul pelo apoio à certificação das Unidades Produtivas e realização dos seminários nesta primeira rodada.




