Vereador Jairo Batista - apoio ao MRI
Valdair Oliveira, em sua fala de abertura da Assembléia
os futuros impactados puderam tirar suas dúvidas com o MRI
Valdair - eleito líder do MRI na comunidade Aterrado Grande
Nilza Aparecida Vieira Ferreira, líder do MRI no Aterrado GrandeFernanda Martins
O MRI realizou na última quarta-feira uma assembléia geral com os futuros impactados pela Usina Hidrelétrica Garibaldi em Campo Belo do Sul. O encontro faz parte do roteiro de assembléias com populações impactadas e teve como objetivo apresentar o trabalho do MRI nas comunidades e eleger lideranças do movimento nas regiões. Seguindo a política do movimento de ir até onde os impactados estão, a assembléia ocorreu na comunidade Aterrado Grande, que será profundamente impactada pela UHE Garibaldi. A Aterrado Grande já faz parte da história do MRI há muito tempo. Lá, com o apoio do prefeito de Campo Belo, Firmino Aderbal Chaves, o movimento realizou, há mais de um ano, uma reunião para tirar dúvidas dos futuros impactados, acompanhado pelo técnico agrícola Jaime Rodrigues, bastante conhecido na região. Durante a assembléia, autoridades do município como o vereador Jairo Batista da Silva e Valdair Ferreira, presidente da associação de futuros impactados pela Garibaldi na comunidade, fizeram uso da palavra. “Conheci um pouco do trabalho do MRI e me interessei em conhecer melhor este grupo e a sua forma de trabalhar. Penso que hoje é uma boa oportunidade para isso”, afirmou o vereador.
“Devemos conhecer as formas de organização para resolver as questões relacionadas com barragens e decidir de que forma vamos trabalhar”, acrescentou Valdair Ferreira.
No decorrer da assembléia, como tem sido feito em todo o roteiro da Garibaldi, o movimento apresentou a sua forma de trabalhar. O articulador político do MRI, Sidnei Luís, mostrou as ações do movimento, abordando inclusive os possíveis projetos de geração de emprego e renda que podem ser implantados após a instalação do empreendimento, como a produção orgânica, por exemplo. Geni Augusto Andrioli, coordenador de base, fez um breve relato de quais são os impactos gerados pela construção de uma barragem, e Iran Fogaça apresentou a história do início do MRI, quando os impactados pela PCH João Borges se uniram a Geni Augusto Andrioli e posteriormente a Sidnei Luís, criando o movimento.
O público presente no salão da comunidade pôde tirar suas dúvidas sobre o método de trabalho do MRI e compará-lo com outras organizações que afirmam defender os interesses dos impactados. A assembléia, com a participação de dezenas de futuros impactados pela Garibaldi de várias regiões de Campo Belo do Sul, legitimou as lideranças do MRI no município e marca o início do trabalho do movimento na região.
Ao final do encontro, as lideranças presentes manifestaram apoio ao MRI e o próprio presidente da associação, Valdair Ferreira, foi legitimado em assembléia como liderança do movimento na região. Além dele, Nilza Aparecida Vieira Ferreira e José Maria de Jesus Moraes foram nomeados como representantes do MRI em Campo Belo do Sul. A assembléia foi encerrada com a distribuição do primeiro número do jornal IMPACTO, que divulga as ações do MRI em oito municípios da Serra Catarinense.
“Devemos conhecer as formas de organização para resolver as questões relacionadas com barragens e decidir de que forma vamos trabalhar”, acrescentou Valdair Ferreira.
No decorrer da assembléia, como tem sido feito em todo o roteiro da Garibaldi, o movimento apresentou a sua forma de trabalhar. O articulador político do MRI, Sidnei Luís, mostrou as ações do movimento, abordando inclusive os possíveis projetos de geração de emprego e renda que podem ser implantados após a instalação do empreendimento, como a produção orgânica, por exemplo. Geni Augusto Andrioli, coordenador de base, fez um breve relato de quais são os impactos gerados pela construção de uma barragem, e Iran Fogaça apresentou a história do início do MRI, quando os impactados pela PCH João Borges se uniram a Geni Augusto Andrioli e posteriormente a Sidnei Luís, criando o movimento.
O público presente no salão da comunidade pôde tirar suas dúvidas sobre o método de trabalho do MRI e compará-lo com outras organizações que afirmam defender os interesses dos impactados. A assembléia, com a participação de dezenas de futuros impactados pela Garibaldi de várias regiões de Campo Belo do Sul, legitimou as lideranças do MRI no município e marca o início do trabalho do movimento na região.
Ao final do encontro, as lideranças presentes manifestaram apoio ao MRI e o próprio presidente da associação, Valdair Ferreira, foi legitimado em assembléia como liderança do movimento na região. Além dele, Nilza Aparecida Vieira Ferreira e José Maria de Jesus Moraes foram nomeados como representantes do MRI em Campo Belo do Sul. A assembléia foi encerrada com a distribuição do primeiro número do jornal IMPACTO, que divulga as ações do MRI em oito municípios da Serra Catarinense.







