Fernanda Martins
Em sessão especial promovida pela Câmara Municipal de São José do Cerrito, nessa sexta-feira (20/11) o promotor público estadual Lio Marin falou aos cerritenses sobre os impactos causados por pequenas e grandes barragens. O promotor iniciou a exposição com uma análise de conjuntura do setor elétrico brasileiro, destacando várias possíveis alternativas para o setor, como a energia solar, a biomassa e energia eólica. Destacando a presença do Movimento de Redução dos Impactos - MRI, no evento, Lio Marin também lembrou a situação das PCHs do Rio Caveiras (Pinheiros, Itararé e João Borges), que estão em fase de finalização do Termo de Compromisso Ambiental (TCA). Este documento define as compensações financeiras que a Eletrosul deverá assumir frente aos municípios em função dos impactos causados com a construção das barragens.
Em sua fala, o promotor Lio Marin também expôs as preocupações sociais e ambientais do Ministério Público Estadual (MPE) e da FATMA, órgão ambiental, de “não conceder as licenças necessárias sem que todos os impactados sejam prévia e justamente indenizados”, completou o promotor público.
O articulador político do MRI, Sidnei Luís, fez uso da palavra durante a exposição do promotor público, apresentando um breve histórico das negociações da PCH João Borges. “A parceria desenvolvida com a FATMA e com o Ministério Público Estadual com certeza foram fundamentais para um acordo satisfatório aos impactados pela PCH João Borges. O MRI provou que quando se organiza a população para buscar alternativas e soluções os resultados são muito mais satisfatórios para a comunidade. E aqui na PCH João Borges esta parceria prova que este é o caminho certo”, afirmou Sidnei.
Do ponto de vista ambiental, o promotor explicou aos presentes o que é um Estudo de Impacto Ambiental e os trâmites para a construção de PCHs e UHEs. “Os impactos causados por esses empreendimentos são irreversíveis, mas o que podemos fazer é minimizá-los”. Para isso, continuou o promotor, as parcerias entre o poder público e a sociedade do município com o empreendedor são fundamentais para que a empresa possa contribuir de alguma forma para o desenvolvimento da região ao mesmo em que obtém lucro com a geração de energia.
E é justamente por acreditar em parceria entre o empreendedor e a região impactada que o promotor Lio Marin teceu considerações positivas sobre o trabalho do MRI. “Gostaria de parabenizar o MRI pelas conquistas em favor da sociedade e, como bem frisou o Sidnei: Sem precisar trancar uma rua, sem qualquer tipo de agressão violência, sem qualquer transtorno para a sociedade”. “E é assim que precisamos trabalhar, com diálogo, consenso, buscando soluções benéficas para todos”, declarou o promotor Lio Marin.
Ao final da exposição, Lio Marin recebeu das mãos do presidente da Casa, Hélio Matos, em nome de todos os vereadores, um certificado que marcou a participação do promotor nesse debate na Câmara Municipal.
Em sua fala, o promotor Lio Marin também expôs as preocupações sociais e ambientais do Ministério Público Estadual (MPE) e da FATMA, órgão ambiental, de “não conceder as licenças necessárias sem que todos os impactados sejam prévia e justamente indenizados”, completou o promotor público.
O articulador político do MRI, Sidnei Luís, fez uso da palavra durante a exposição do promotor público, apresentando um breve histórico das negociações da PCH João Borges. “A parceria desenvolvida com a FATMA e com o Ministério Público Estadual com certeza foram fundamentais para um acordo satisfatório aos impactados pela PCH João Borges. O MRI provou que quando se organiza a população para buscar alternativas e soluções os resultados são muito mais satisfatórios para a comunidade. E aqui na PCH João Borges esta parceria prova que este é o caminho certo”, afirmou Sidnei.
Do ponto de vista ambiental, o promotor explicou aos presentes o que é um Estudo de Impacto Ambiental e os trâmites para a construção de PCHs e UHEs. “Os impactos causados por esses empreendimentos são irreversíveis, mas o que podemos fazer é minimizá-los”. Para isso, continuou o promotor, as parcerias entre o poder público e a sociedade do município com o empreendedor são fundamentais para que a empresa possa contribuir de alguma forma para o desenvolvimento da região ao mesmo em que obtém lucro com a geração de energia.
E é justamente por acreditar em parceria entre o empreendedor e a região impactada que o promotor Lio Marin teceu considerações positivas sobre o trabalho do MRI. “Gostaria de parabenizar o MRI pelas conquistas em favor da sociedade e, como bem frisou o Sidnei: Sem precisar trancar uma rua, sem qualquer tipo de agressão violência, sem qualquer transtorno para a sociedade”. “E é assim que precisamos trabalhar, com diálogo, consenso, buscando soluções benéficas para todos”, declarou o promotor Lio Marin.
Ao final da exposição, Lio Marin recebeu das mãos do presidente da Casa, Hélio Matos, em nome de todos os vereadores, um certificado que marcou a participação do promotor nesse debate na Câmara Municipal.




