
Coordenadores e a comissão de negociação do MRI na PCH João Borges se reuniram com a presidência da Eletrosul na última quarta-feira, dia 24. O encontro com Eurides Mescolotto, presidente da empresa, foi agendado para apresentar oficialmente o MRI à Eletrosul e definir ações futuras na PCH João Borges. Na sala da presidência, além de Mescolotto e o MRI, também estiveram presentes Joel Carlos Esser, técnico responsável pelo projeto da PCH João Borges, e Renato Bunn, chefe de gabinete da presidência.
Renato Bunn foi quem agendou a reunião, a pedido do MRI. Ele atendeu prontamente à solicitação do movimento, demonstrando empenho e responsabilidade para com as populações impactadas pelos empreendimentos da Eletrosul. Mescolotto, Esser e Bunn ouviram atentamente a apresentação do movimento pelos coordenadores Sidnei Luís Andrioli, Geni Augusto, Iran Fogaça, e da comissão de negociação do MRI em João Borges, Jair Correia de Oliveira e João Antenor Pereira.
Além de apresentar a linha de trabalho do movimento e fazer um breve histórico sobre as negociações de João Borges, o articulador político do movimento, Sidnei Andrioli, ressaltou que a reunião não teria nenhum cunho reivindicatório. “Tudo o que pedimos em João Borges foi atendido, mas agora precisamos saber quando serão retomadas as indenizações, para informar aos atingidos, e estreitar os laços com a Eletrosul para pensar ações futuras, durante e depois da instalação da PCH”, afirmou.
Durante a reunião, a empresa informou que o caso João Borges está apenas na dependência de um acordo de compensação ambiental entre Eletrosul e FATMA, órgão responsável pelas licenças ambientais na região da Serra Catarinense para este tipo de empreendimento. Depois da obtenção desta licença, a Eletrosul deve iniciar a obra e retomar o pagamento das indenizações dos atingidos.
A empresa se dispôs a enviar a equipe técnica a São José do Cerrito a fim de informar aos atingidos o andamento do projeto João Borges e reafirmar os compromissos já documentados em atas de reunião com a equipe de negociação. O presidente Mescolotto também já avisou que irá, em breve, a São José do Cerrito. “Vamos lançar a pedra fundamental da obra assim que essas pendências forem resolvidas”. O evento irá marcar o início da obra e celebrar a parceria entre empresa e o Movimento de Redução dos Impactos - MRI, que tem mostrado bons resultados até o momento em São José do Cerrito.
Na avaliação do MRI, a reunião foi bastante produtiva. Convictos de que a Eletrosul tem se empenhado em resolver o impasse ambiental o mais rápido possível para retomar os trabalhos em João Borges, os integrantes do movimento agora preparam a assembléia que contará com a presença da equipe técnica da Eletrosul para responder às dúvidas dos atingidos. A reunião deve acontecer ainda no mês de julho, mas ainda não tem data confirmada.
Renato Bunn foi quem agendou a reunião, a pedido do MRI. Ele atendeu prontamente à solicitação do movimento, demonstrando empenho e responsabilidade para com as populações impactadas pelos empreendimentos da Eletrosul. Mescolotto, Esser e Bunn ouviram atentamente a apresentação do movimento pelos coordenadores Sidnei Luís Andrioli, Geni Augusto, Iran Fogaça, e da comissão de negociação do MRI em João Borges, Jair Correia de Oliveira e João Antenor Pereira.
Além de apresentar a linha de trabalho do movimento e fazer um breve histórico sobre as negociações de João Borges, o articulador político do movimento, Sidnei Andrioli, ressaltou que a reunião não teria nenhum cunho reivindicatório. “Tudo o que pedimos em João Borges foi atendido, mas agora precisamos saber quando serão retomadas as indenizações, para informar aos atingidos, e estreitar os laços com a Eletrosul para pensar ações futuras, durante e depois da instalação da PCH”, afirmou.
Durante a reunião, a empresa informou que o caso João Borges está apenas na dependência de um acordo de compensação ambiental entre Eletrosul e FATMA, órgão responsável pelas licenças ambientais na região da Serra Catarinense para este tipo de empreendimento. Depois da obtenção desta licença, a Eletrosul deve iniciar a obra e retomar o pagamento das indenizações dos atingidos.
A empresa se dispôs a enviar a equipe técnica a São José do Cerrito a fim de informar aos atingidos o andamento do projeto João Borges e reafirmar os compromissos já documentados em atas de reunião com a equipe de negociação. O presidente Mescolotto também já avisou que irá, em breve, a São José do Cerrito. “Vamos lançar a pedra fundamental da obra assim que essas pendências forem resolvidas”. O evento irá marcar o início da obra e celebrar a parceria entre empresa e o Movimento de Redução dos Impactos - MRI, que tem mostrado bons resultados até o momento em São José do Cerrito.
Na avaliação do MRI, a reunião foi bastante produtiva. Convictos de que a Eletrosul tem se empenhado em resolver o impasse ambiental o mais rápido possível para retomar os trabalhos em João Borges, os integrantes do movimento agora preparam a assembléia que contará com a presença da equipe técnica da Eletrosul para responder às dúvidas dos atingidos. A reunião deve acontecer ainda no mês de julho, mas ainda não tem data confirmada.
Fernanda Martins - MRI
Tudo começou quando os moradores de São José do Cerrito e Campo Belo começaram a se organizar. Os pioneiros da luta dos atingidos pela PCH João Borges, os agricultores Ênio Ortiz, Álvaro Deusdete Chaves e José Ramos, iniciaram a busca por informações sobre os direitos das populações atingidas. Em 2006, o então presidente do Sindicato Rural de São José do Cerrito, Jaime Rodrigues apresentou os atingidos a um agricultor que acumulara grande experiência em organização de populações atingidas por barragem. Miguel Pelozatto passou a participar de encontros periódicos com os atingidos pela João Borges, sempre no sentido de orientar os atingidos. Foi nesse momento que o prefeito de Campo Belo do Sul, Firmino Chaves Branco manifestou apoio ao movimento que se consolidaria posterioremente.

Esse nome foi escolhido em função do tipo de trabalho que as lideranças estão desenvolvendo. A idéia é fazer um movimento que defenda os direitos dos atingidos de forma mais prática e objetiva, visto que a construção de barragens é uma realidade dentro da demanda do setor elétrico brasileiro. O método do MRI se baseia na conciliação entre essas comunidades e as empresas construtoras de barragem, sempre no sentido de buscar o entendimento e, como o próprio nome do movimento propaga, reduzir o impacto deste tipo de empreendimento em uma comunidade. 
